Nasceu negra ou iluminada
Tens os dias que arde na pele
Compete ao fim da estrada
Até que alguém a sele
Sangue rola por sua face
De maneira perpétua e invisível
És a última que nasce
És também imperecível
Nos podres dias de solidão
Envolve me o coração
Acalenta as almas aflitas
És quem me diz "reflita"
Solto ao término do tempo
Incongruente e infalível
Altiva oracula do firmamento
Acalenta a alma de seu desnível
Por terras navegamos tentando alcançar
Vossa beleza singular
Oh! Doce pérola do céu
Guardiã da realidade e do véu
Pelos tempos caminhei
Andei ao fim do mundo
Lua, mulher ditosa da lei
Lua, guardiã do poço profundo
Viva eterna pelas eras
Seja guardiã de nós, feras
Até o dia de minha morte
Serei teu consorte!!!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ode ao comodismo
Sentar na frente da TV
E reclamar
Calar sobre tudo que vê
E fingir se importar
Será apenas um devaneio
Estou correndo no meio
De toda essa escuridão
De todas essas vozes que não clamam perdão
Encostar-se e relaxar
Tentar esquecer
Não se importar em encontrar
Esquecer de crescer
Morrer rumo ao futuro
Se sentindo seguro
Com o medo de mudar
Sem a esperança de lutar
A tudo olhar
A tudo esperar
Nada fazer
Nada dizer
....
Nada à...
E reclamar
Calar sobre tudo que vê
E fingir se importar
Será apenas um devaneio
Estou correndo no meio
De toda essa escuridão
De todas essas vozes que não clamam perdão
Encostar-se e relaxar
Tentar esquecer
Não se importar em encontrar
Esquecer de crescer
Morrer rumo ao futuro
Se sentindo seguro
Com o medo de mudar
Sem a esperança de lutar
A tudo olhar
A tudo esperar
Nada fazer
Nada dizer
....
Nada à...
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