sexta-feira, 14 de setembro de 2012

The ashes of the deadlegion


Acordado com minhas asas quebradas
Observo o que sobrou da velha legião
Um exército de dois
Dois  guerreiros de espadas aliadas
Um amigo que fora chamado de irmão
Uma proteção de todos os sóis

Um dia fostes uma força para mim
Ó legião dos mortos ainda lembrada
Sombria força da luz enfim
Imortal, pois a morte se é intocada
Mas ainda invisível
Pois teu ideal não é plausível
Nela nasceu um anjo
Um anjo maligno, mas ainda honesto
Eu mesmo, ou não
Há muito por você não me manifesto
Mas habita em minha mente o porão

Se me confundo com o que sou e o que imagino
É por viver tão vivamente minha verdade
Mesmo sendo algo tão repentino
Vive eterno em minha vontade
Acredito mesmo que está próximo da mudança
Uma nova gota de esperança
Meu conselheiro mais fiel
A única coisa que não se tornou fel.

Observas ao meu lado
As poeiras negras da velha legião
Em tua face um sorriso corado
O único que se lembra de meu antigo irmão
De meu companheiro de comando
Da confidencia do coração negro honrado
Ó anjo maligno transforme-se e vamos conversar
Vamos voltar e pelo universo novamente velejar!


Mateus da Silva Sousa