sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

sonho primeiro: Lua eterna

Nasceu negra ou iluminada
Tens os dias que arde na pele
Compete ao fim da estrada
Até que alguém a sele

Sangue rola por sua face
De maneira perpétua e invisível
És a última que nasce
És também imperecível

Nos podres dias de solidão
Envolve me o coração
Acalenta as almas aflitas
És quem me diz "reflita"
Solto ao término do tempo
Incongruente e infalível
Altiva oracula do firmamento
Acalenta a alma de seu desnível

Por terras navegamos tentando alcançar
Vossa beleza singular
Oh! Doce pérola do céu
Guardiã da realidade e do véu

Pelos tempos caminhei
Andei ao fim do mundo
Lua, mulher ditosa da lei
Lua, guardiã do poço profundo
Viva eterna pelas eras
Seja guardiã de nós, feras
Até o dia de minha morte
Serei teu consorte!!!

6 comentários:

  1. De jornalista a poeta. Você escreve bem, Matt... Prefiro outros textos, mas esse ficou lindo. *-*

    :*

    ResponderExcluir
  2. vc sabe que adoro ler o que vc escreve....belo texto amore,me fez ate lembrar de coisas legais*.*by SINDY

    ResponderExcluir
  3. Muito bem, eu odeio você, belo texto, gostei do novo tema de plano de fundo. (Kami)

    ResponderExcluir
  4. Caraca,perfeito,nunca ia conseguir fazer uma parada dessas rimando ainda

    ResponderExcluir
  5. Como sempre, o poema ta lindo Matt,parabens!! *_* sabe que sou fã néé s2

    ResponderExcluir
  6. Matt virando poeta como assim? O.o
    kkkkk'
    Foda o poemaa... \o/

    ResponderExcluir