Nasceu negra ou iluminada
Tens os dias que arde na pele
Compete ao fim da estrada
Até que alguém a sele
Sangue rola por sua face
De maneira perpétua e invisível
És a última que nasce
És também imperecível
Nos podres dias de solidão
Envolve me o coração
Acalenta as almas aflitas
És quem me diz "reflita"
Solto ao término do tempo
Incongruente e infalível
Altiva oracula do firmamento
Acalenta a alma de seu desnível
Por terras navegamos tentando alcançar
Vossa beleza singular
Oh! Doce pérola do céu
Guardiã da realidade e do véu
Pelos tempos caminhei
Andei ao fim do mundo
Lua, mulher ditosa da lei
Lua, guardiã do poço profundo
Viva eterna pelas eras
Seja guardiã de nós, feras
Até o dia de minha morte
Serei teu consorte!!!
De jornalista a poeta. Você escreve bem, Matt... Prefiro outros textos, mas esse ficou lindo. *-*
ResponderExcluir:*
vc sabe que adoro ler o que vc escreve....belo texto amore,me fez ate lembrar de coisas legais*.*by SINDY
ResponderExcluirMuito bem, eu odeio você, belo texto, gostei do novo tema de plano de fundo. (Kami)
ResponderExcluirCaraca,perfeito,nunca ia conseguir fazer uma parada dessas rimando ainda
ResponderExcluirComo sempre, o poema ta lindo Matt,parabens!! *_* sabe que sou fã néé s2
ResponderExcluirMatt virando poeta como assim? O.o
ResponderExcluirkkkkk'
Foda o poemaa... \o/